ECO-França

2010 Janeiro 5
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Feliz Natal e um Óptimo Ano Novo!

2009 Dezembro 14
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BIOGRAFIA – Marc Antoine Jullien Des Paris

2009 Novembro 16
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MARC-ANTOINE JULLIEN

(‘JULLIEN DE PARIS’)

(1775– 1848)

BIOGRAFIA

O seu objectivo era a comparação entre os estabelecimentos de ensino em toda a Europa, foi graças a Jullien que a ciência da educação se tornou comparativa, daí ser considerado o “pai da educação comparada”

1775 – Nascimento;

1785 – Torna-se aluno do colégio de Navarra;

1791 – Pronunciou o juramento dos Jacobinos: “viver livre ou morrer”;

1793 – Torna-se comissário do exército nos Pirenéus;

1794 – Nomeado secretário do Comité de Instrução Pública, com a função de elaborar os planos para a Instrução Pública;

1801-1819 – Dedicou-se as questões educacionais:

1808Ensaio geral de educação física, moral e intelectual

1810 – Obteve permissão para estudar no Instituto de Pestalozzi. Em Yverdon;

1812 – Reuniu as suas enquanto estudava no instituto publicando posteriormente Espírito do método de educação de Pestalozzi;

1816 – Permaneceu todo o tempo em contacto com Pestalozzi, publicou vários artigos o que posteriormente veio permitir que as ideias pedagógicas de Pestalozzi se difundam por toda a Europa;

1817 – Trabalho importante de educação comparada – Esboço de uma obra sobre a pedagogia comparada;

1819 – Fundou e publicou artigos na Revue Encyclopédique;

1848 – Faleceu

Fonte: http://www.ibe.unesco.org/publications/ThinkersPdf/julliene.PDF

O que todos não vêem!

2009 Novembro 4
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Violência Escondida

Fonte: http://cadiz.cuadernosciudadanos.net/aza_navas/media/Image/aza_navas/35921.jpg

O que nos é apresentado nesta imagem, é o que a maioria de nós não vê!

Este acto, que magoa, que intimida, que humilha os sentimentos daqueles mais frágeis, mais vulneráveis, tem vindo a intensificar-se cada vez mais. Isto deve-se, entre outras causas, a uma questão de poder.

O que mais incomoda é que estas crianças só fazem o que lhes apetece , quando não têm ninguém superior a eles, por perto, visto isto, preferem espaços mais escondidos para não serem apanhados-castigados.

 

A Violência é tolerável?

2009 Novembro 4
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Violencia nas escolas.. um evento do passado?

Nos tempos que correm é tudo menos notícia o crescente exponenciar da indisciplina e violência nas escolas portuguesas. Mas, o fenómeno está longe de ser único, encontrando-se  generalizado em praticamente todos os países democráticos que têm vindo a preconizar um aumento dos poderes e liberdades dos alunos face a um proporcional decréscimo dos poderes e autoridade dos professores e da escola em si.

Embora o fenómeno seja comum a vários países, são as medidas adoptadas para eliminar o problema que marcam a diferença.

No Reino Unido os pais dos alunos que pratiquem vandalismo, agressões físicas e verbais ou outros actos de violência e indisciplina no espaço escolar serão multados em valores que rondam as 50 libras (aproximadamente 56 euros) em multas que quando acumuladas podem atingir os 1450 euros.

“As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, sejam quais forem as motivações”, sublinhou a Secretária de Estado para as Escolas (britânicas).

“As crianças têm de distinguir o bem e o mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira”. Adiantou ainda que “vão reforçar a autoridade dos professores, dando-lhes confiança e apoio para que tomem atitudes firmes face a todas as formas de má conduta por parte dos alunos”.

Segundo garante a secretária de estado o objectivo da medida é transmitir aos pais que a escola não irá assumir as responsabilidades dos pais, em caso de comportamento violento dos seus filhos. Estas medidas serão sustentadas em ordens judiciais para que assumam os seus deveres de pais e em cursos de educação para pais, com multas que podem chegar às mil libras, se não cumprirem as decisões dos tribunais”.

“O Livro Branco dá ainda aos professores um direito claro de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário”.

A mim parece-me pertinente… será um acto reaccionário? ou a percepção de que a Liberdade de que dispomos constitui na verdade uma responsabilidade a ser partilhado por todos??
Fonte: http://antropo-reflexoes.blogspot.com/2009/04/violencia-nas-escolas-um-evento-do.html

Definição, incidência e causas da violência no Reino Unido

2009 Novembro 4
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A partir deste post vamos vos elucidar sobre a incidência, causa e a definição de bullying na realidade contextual do Reino Unido. Apesar de estarmos a retratar desatas características mais concretamente em relação ao Reino Unido isso não quer dizer que difira muto em relação a outros contextos sociais

Definição, incidência e causas da violência no Reino Unido

Anna Hutchinson

Definição

  • No Reino Unido a violência escolar é quase sempre designada por bullying (maus tratos entre iguais).
  • Devido ao recente aumento do interesse e da investigação nesta área, o tipo de comportamentos incluídos no conceito de bullying (“maus tratos entre iguais”) tem-se diversificado.
  • A definição parece por vezes ser dependente da fonte. Somos menos susceptíveis de caracterizar um acto bullying se o percebermos como positivo.
  • A própria definição de bullying está a começar a ser vista como problemática. Se não identificarmos uma situação como bullying esta não será tratada como um acto de violência.
  • Concordamos com Olweus (1993) and Whitney and Smith (1993) ao especificarem os maus tratos entre iguais como:
    • constituem um acto agressivo
    • com um desequilíbrio de poder
    • com alguns elementos de repetição
    • podendo ser físicos, verbais ou indirectos (por exemplo, enviar bilhetes ofensivos, excluir do grupo, etc.).

Incidência

  • A investigação sugere que o bullying constitui uma parte “normal” da vida escolar no Reino Unido.
  • Os investigadores afirmam que entre 37% e 80% dos alunos vivem situações de bullying em algum momento da sua vida escolar.
  • O bullying é referido como mais frequente nas escolas primárias.
  • Parece haver uma maior incidência de violência verbal do que agressão física.
  • Parece ter havido um aumento de bullying indirecto devido ao aumento da utilização do telemóvel e da Internet.
  • Os rapazes tendem a ser mais vítimas e perpetradores de agressão física, e as raparigas são alvos preferenciais das formas verbais de maus tratos.

Causas

  • A vulnerabilidade em si mesma parece tornar os alunos mais susceptíveis de vitimação.
  • Uma criança com algo de claramente diferente da “norma” do grupo de pares é mais vulnerável.
  • A investigação começa, igualmente, a ver a vulnerabilidade, como um factor que leva uma pessoa a tornar-se agressor.
  • A investigação começou a centrar-se no ambiente escolar e de como este factor pode aumentar ou diminuir as oportunidades de ocorrerem comportamentos violentos.

( Para um esclarecimento mais completo )

http://www.bullying-in-school.info/pt/content/contexto/violencia-na-escola/reino-unido-texto-integral.html

Um em cada 4 alunos portugueses diz-se vítima do chamado bullying

2009 Novembro 3
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Quarta-Feria 21 de Outubro de 2009

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Fonte:  http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Um-em-cada-4-alunos-portugueses-diz-se-vitima-do-chamado-bullying.rtp&headline=20&visual=9&article=288588&tm=8

Reino Unido

2009 Outubro 25
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Área(km2): 244,820

População (2006): 60,393,044

Capital: Londres

Ano de Adesão À UE: 1973

Moeda: Libra esterlina

PIB per capita em PPC* (2007): 115.8

*A utilização da Paridade do Poder de Compra (PPC) elimina as diferençasnos níveis de preços entre os países, permitindo comparações mais significativas do PIB entre países.

Desemprego(2007): 5.30%

Emissões de CO2 (tonelada/pessoa-2005): 9.3

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fontes: Agenda Europa 2009
http://www.youtube.com/watch?v=tN9EC3Gy6Nk

Portugal

2009 Outubro 25
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Área(km2): 92,391

População(2006): 10,569,592

Capital: Lisboa

Ano de Adesão: 1986

Moeda: euro

PIB per capita PPC* (2007): 74,6

*A utilização da Paridade do Poder de Compra (PPC) elimina as diferenças nos níveis de preços entre os países, permitindo comparações mais significativas do PIB entre países.

Desemprego(2007): 8.00%

Emissões de CO2 (toneladas/pessoa – 2005): 6.4

Fonte: Agenda Europa 2009
http://www.youtube.com/watch?v=SxtXKZZg4wE

União Europeia

2009 Outubro 19
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A Europa em 12 lições

Unida na Diversidade

  • As dez etapas históricas

  • Alargamento da União Europeia e Políticas de Vizinhança

O projecto de uma Europa unida surge após a II Guerra Mundial. Os países que estiveram na origem desse projecto, nomeadamente a Franca, a Alemanha, a Itália, a Bélgica, O Luxemburgo e a Holanda, pretenderam fazer da Europa um espaço de paz e solidariedade que deve continuar a ser prolongado no tempo e no espaço. Como qualquer história, a da União Europeia teve os seus momentos fortes e as suas datas simbólicas. Sete delas merecem ser recordadas, já que contribuíram para a construção da Europa em que vivemos e são igualmente essenciais  para o futuro do continente europeu.

9 de Maio de 1950 – Nasce a Europa

Na Primavera de 1950, a Europa encontrava-se à beira do abismo. A Guerra-Fria fez pesar a ameaça de um conflito entre as partes Leste e Oeste do continente. Cinco anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, os antigos adversários estão longe da reconciliação. O Problema residia na relação entre a França e a Alemanha. Logo, era preciso criar uma relação forte entre estes dois países e reunir, em seu torno, todos os países europeus de orientação liberal da Europa, a fim de construir conjuntamente uma comunidade com um destino comum. Alguns políticos encontraram uma solução: a gestão, sob o controlo de uma autoridade independente, do mercado do carvão e do aço. A proposta foi formulada oficialmente a 9 de Maio de 1950 pela França, a Alemanha, a Itália, Países Baixos, a Bélgica e o Luxemburgo. O Tratado que instituiu a primeira Comunidade Europeia – a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) – foi assinado em Abril de 1951, abrindo as portas à Europa das realizações concretas.

1951 – Criação da CECA por seis paísesComunidade Europeia do Carvão e do Aço

Abreviada pelas iniciais CECA,  foi criada em 1951 pelo Tratado de Paris. Este foi o primeiro passo concreto com vista à integração económica e também para evitar outra Guerra Mundial

Os seus inspiradores foram Robert Schuman, ministro francês dos Negócios Estrangeiros, e Jean Monnet, o seu primeiro presidente. Foram seis os países fundadores: França, Itália, Alemanha Ocidental, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo.

Bandeira – número de estrelas na bandeira está fixado em doze e não está relacionado com o número de estados membros da UE. Em 1953, o Conselho da Europa tinha 15 membros; foi proposto que uma bandeira futura tivesse uma estrela para cada membro, e que não se alteraria com a entrada de futuros membros. A Alemanha Ocidental discordou já que um dos membros era a área disputada de Saarland e que ter a sua própria estrela implicaria ser uma região soberana. Nesta mesma base, a França também discordou que fossem 14 estrelas já que isso implicaria a absorção de Saarland na Alemanha. Treze, está tradicionalmente relacionado com o azar em várias culturas europeias, e com o facto de as primeiras bandeiras dos Estados Unidos da América terem esse número de estrelas. Doze foi o número escolhido, já que não tinha conotações políticas e era um símbolo de perfeição e de algo completo.

Doze é um número especial nas várias culturas e tradições europeias, tais como:

Hino -  9.ª sinfonia de Beethoven  - este hino não pretende substituir os hinos nacionais dos países-membros, mas sim pretende celebrar o lema da União Europeia na sua plenitude e celebrar os valores que todos os países se comprometem ao aderir a esta União.

Lema – Unida na Diversidade – Este lema significa que na UE os europeus estão unidos, trabalhando em conjunto pela paz e pela prosperidade, e que o facto de existirem diferentes culturas, tradições e línguas na Europa é algo de positivo para o continente.

25 de Março de 1957 – Comunidade Económica Europeia

Sob a pressão da Guerra-Fria, foram tomadas iniciativas nos domínios da defesa e da união politica, mas a opinião pública não estava ainda preparada para as aceitar. Os seis Estados-Membros da CECA escolheram, portanto, uma nova área de integração no domínio económico: a criação de um mercado único. O tratado de Roma, de 25 de Março de 1957, que instituiu a CEE, criou instruções e mecanismos de tomada de decisão que permitem dar expressão, tanto aos interesses nacionais, como a uma visão comunitária. A Comunidade Europeia constituiu, doravante, o eixo principal em torno do qual se vai a organizar a construção europeia.

1973 – Adesão da Dinamarca, Irlanda e Reino Unido e é estabelecido novas politicas sociais e ambientais (FEDER) ;

1981 – Adere a Grécia à C.E.E.;

17 de Fevereiro de 1985 – Assinatura do Acto Único Europeu

O Acto Único Europeu foi assinado no Luxemburgo a 17 de Fevereiro de 1985, entrando em vigor a 1 de Julho de 1987. Tinha por objectivo o relançamento do processo de contrução Europeia, e a necessidade de contrução de um mercado interno,isto é, “um espaço sem fronteiras internas, no qual a livre circulação das mercadorias, das passoas, dos seviços e dos capitais é assegurada”. O presente tratado, pretendia presevar, protegere melhorar a qualidade do ambiente e contribuir para a protecção sa saúde das passoas.

O Acto Único Europeu antevê uma política comunitária de coesão económica e social a fim de contrabalançar os efeitos da realização do mercado interno diminuindo as disparidades de desenvolvimento entre as regiões, para que as regiões ricas não se tornem cada vez mais ricas, nem as pobres cada vez mais pobres.

1986: Alargamento, adesão da Península Ibérica;

A 30 de Março de 1985, o Conselho Europeu aprova, em Bruxelas, a adesão de Portugal e Espanha às Comunidades Europeias. No entanto, a adesão ocorre a 1 de Janeiro de 1986, passando dos 10 Estados-Membros a 12.

7 de Fevereiro de 1992 – Tratado de Maastricht

O Tratado da União Europeia (TUE), conhecido também como Tratado de Maastricht por ter sido assinado nessa localidade holandesa, a 7 de Fevereiro de 1992, entrou em vigor a 1 de Novembro de 1993, consagra oficialmente o nome de “União Europeia” substituindo o de “Comunidade Económica Europeia”.

O presente tratado de Maastricht, tinha por objectivos instaurar uma União Económica e Monetária, isto é, instituindo uma moeda única; desenvolver a vertente social da Comunidade, melhorando as condições de vida e de trabalho da população, promovendo o emprego e integrando as pessoas excluídas do mercado de trabalho; instituir uma política externa e de segurança comum, em que qualquer cidadão que tenha a nacionalidade de um Estado-Membro tem o direito de circular e residir livremente na Comunidade e direito à protecção de um Estado-Membro diferente do Estado-Membro de origem.

1995- Adesão da Suécia, Filândia e Aústria

A 1 de Janeiro de 1995, a União Europeia é aumentada pela quarta vez com a entrada da Suécia, Filândia e Aústria. Ficando assim constituida a ” Europa dos Quinze”

1999- Utilização da Moeda pelos Estados-Membros para grandes transacções

A partir de 1 de Janeiro de 1999, o euro passou a ser a moeda dos Estados-membros da UE substituindo as antigas moedas nacionais.Foi inicialmente utilizado como moeda virtual nas operações de pagamento que não envolviam notas e moedas, bem como para fins contabilísticos,em 1 de Janeiro de 2002, o euro foi introduzido fisicamente sob a forma de notas e moedas.

O euro não é no entanto a moeda de todos os Estados-Membros, a Dinamarca e o Reino Unido, acordaram uma opção de exclusão, que os dispensa de participar na zona euro.

O euro é actualmente a moeda de 329 milhões de pessoas, que vivem em 16 países da zona euro, o que não surpreende que se tenha convertido rapidamente na segunda moeda internacional mais importante, a seguir ao dólar.

2004: A Europa em 2004 procede a um alargamento de extrema envergadura, este alargamento englobou grande parte do Bloco de Leste. Os países que começaram a fazer parte foram: a Estónia, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa;

2007: Aderem à União Europeia a Bulgária e a Roménia;

Alargamentos Vindouros: Os próximos países candidatos à adesão são a Croácia, a República da Macedónia e a Turquia. Para que se dê a adesão propriamente dita os países candidatos têm de corresponder aos critérios propostos pela União Europeia, caso não haja consenso nos critérios acordados pela Europa e pelos países em questão o processo será moroso e pode até não ser concluído.

Vejamos por exemplo a Turquia, há muito que anseia por juntar-se à União, a razão da Turquia ainda não fazer parte da Europa relaciona-se com o facto de não haver consenso entre as políticas Turcas e as políticas Europeias.

Os potenciais países candidatos à União são a Bósnia, Montenegro, Albânia e Sérvia.

Políticas de Vizinhança

A (PEV) Política de Vizinhança foi desenvolvida em 2004. o principal propósito destas políticas era tornar, os vizinhos, ou melhor os países com quem a Europa faz fronteira, torná-los “aliados” promovendo, assim, um sistema de cooperação focalizado na promoção da democracia das liberdades, na prosperidade e na segurança. Estas relações vêm por exemplo facilitar o intercâmbio, a passagem de mercadoria pelas alfândegas.

Assim, podemos dizer que a Europa não possui fronteiras e concluímos  que a União a partir destas políticas tem o intuito de  ajudar os países fronteiriços a ganhar os critérios necessários à adesão.

Fontes:

ALÇADA, Isabel; A Europa dá as mãos; Representação da Comissão Europeia; nd; 2009

Apresentação